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II Encontro Nacional de Acessibilidade Cultural | IV Seminário Nacional de Acessibilidade em Ambientes Culturais

Com o objetivo de fortalecer a Rede de Articulação, Fomento e Formação em Acessibilidade Cultural para pessoas com deficiência, será realizado pela parceria do MinC com a UFRJ, UFRGS, UFRN e a ONG Mais Diferenças o II Encontro Nacional de Acessibilidade Cultural e o IV Seminário Nacional em Ambientes Culturais.

As atividades ocorrerão entre os dia 21 a 24 de maio, junto à Teia da Diversidade – Encontro Nacional dos Pontos de Cultura | Programa Cultura Viva, na cidade de Natal. http://culturadigital.br/teiadadiversidade/

Teia Cultural e Acessibilidade, Natal-RN, em maio de 2014.

Teia Cultural e Acessibilidade, Natal-RN, em maio de 2014.

Entre os temas, destacam-se:
• Políticas Públicas Culturais Inclusivas e Acessíveis: Diretrizes e Cenários;
• Políticas Públicas Culturais Inclusivas e Acessíveis: um panorama das Ações e Programas;
• Desafios da Política de Acessibilidade Cultural para pessoas com deficiência no Plano Nacional de Cultura e no Plano Viver sem Limites II;
• Audiovisual e Acessibilidade;
• O papel das Universidades na Formação, Pesquisa e Articulação em Políticas Públicas de Acessibilidade;
• Cultura Acessível sob a ótica de Artistas e Produtores Culturais com
deficiência.

As inscrições devem ser feitas preenchendo a ficha no link abaixo e enviando para o email: inscricao.acessibilidade@gmail.com
2014_Ficha de Inscrição

A Programação pode ser baixada pelo link abaixo.
Acessibilidade_Programação

PROGRAMAÇÃO
21/05, quarta-feira
Local: Auditório da Reitoria – UFRN
Recursos de Acessibilidade: Estenotipia, Audiodescrição, LIBRAS

8h30 às 8h45
Apresentação Cultural

9h às 10h30
Mesa de Abertura

11h às 12h
Mesa: Políticas Públicas Culturais Inclusivas e Acessíveis: Diretrizes e Cenários
● Américo Córdula – Secretário de Politicas Culturais – Ministério da Cultura
● Antônio José Ferreira – Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Coordenação: Patricia Dorneles – UFRJ

14h às 15h
Mesa: Políticas Públicas Culturais Inclusivas e Acessíveis: um panorama das Ações e Programas
● Márcia Rollemberg – Secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural – MinC
● Elisa Machado – Coordenadora do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas da Fundação Biblioteca Nacional – Ministério da Cultura
Coordenação: Jefferson Fernandes – UFRN

22/05, quinta-feira
Local: Auditório da Reitoria – UFRN
Recursos de Acessibilidade: Estenotipia, Audiodescrição, LIBRAS

14h às 16h
Mesa: Desafios da Política de Acessibilidade Cultural para pessoas com deficiência no Plano Nacional de Cultura e no Plano Viver sem Limites II
● Raimundo Nonato – Conselho Nacional de Pessoas com Deficiência
● Renato Di Renzo – Grupo Tam Tam
● Carla Mauch – Coord. do IV SENAAC e Mais Diferenças
● Anderson Leão – Gira Dança e Ponto de Cultura Giratório
● Dilma Negreiros – Coordenadora do Ponto de Cultura CIEMH² Núcleo Cultural, Delegada da Conferência Nacional de Cultura e discente do curso de especialização em Acessibilidade Cultural da UFRJ
● Klístenes Braga – UECE
● Cláudia Werneck – Escola de Gente – RJ [A CONFIRMAR]
Coordenação: Márcia Rollemberg – SCDC/MinC

16h às 18h
Mesa: Audiovisual e Acessibilidade
● Tiago Maritan – UFPB
● Vera Lúcia Santiago Araújo – UECE
● Sara Mabel – UECE
● Pedro Berti – Mais Diferenças e Whatscine
● Osvaldo Emery – Ministério da Cultura
Coordenação: Jefferson Fernandes – UFRN

23/05, sexta-feira
Local: Auditório da Reitoria – UFRN
Recursos de Acessibilidade: Estenotipia, Audiodescrição, LIBRAS

8h30 às 10h30
Mesa: O Papel das Universidades na Formação, Pesquisa e articulação em Políticas Públicas de Acessibilidade
● Jeniffer Cuty – UFRGS
● Patricia Dorneles – UFRJ
● Jefferson Fernandes – UFRN
● Nara Salles – UFRN
● Catarina Shin – UFRN
Coordenacão: Pedro Berti – Mais Diferenças

10h45 às 12h
Roda de Conversa: Reflexões sobre os Trabalhos de Conclusão dos Alunos da Pós-graduação em Acessibilidade Cultural e organização das Ações da Rede de Articulação, Fomento e Formação em Acessibilidade Cultural
Mediação: Patricia Dorneles – UFRJ

24/05, sábado
Local: Auditório da Reitoria – UFRN
Recursos de Acessibilidade: Estenotipia, Audiodescrição, LIBRAS

8h30h às 10h30
Mesa: Cultura Acessível Sob Ótica de Artistas e Produtores Culturais com Deficiência
● Arnaldo Godoy – Diretor de Teatro – MG
● Leonardo Castilho – Educador e DJ – Museu de Arte Moderna – SP
● Willian Coelho [Billy Saga] – Rapper
● Felipe Monteiro – Performer – UFBA
● Elke Hiedel – UFRN
Coordenação: Carla Mauch – Mais Diferenças

10h45 às 12h
Roda de Conversa: Pontos de Cultura e experiências acessíveis e inclusivas
Mediação: MinC, UFRJ e Mais Diferenças

OFICINAS

23/05, sexta-feira

Corpo em Movimento: Conscientização Corporal e Teatro do Oprimido – 25 vagas
Nara Salles, Daniel Amorim e Claudio Rocha – UFRN
14h às 18h
Local: Sala A – DEART – UFRN

23 e 24/05, sexta-feira e sábado

Dança Contemporânea Contato e Improvisação – 30 vagas
Marcos Abranches e Rogério Ortiz – Vidança | SP
14h às 18h
Local: Sala 01 – DEART – UFRN

Audiodescrição e Artes Cênicas – 40 vagas
Andreza Nóbrega e Bruna Leão – UECE
14h às 18h
Local: Salas 12, 14 e 20 – DEART – UFRN

A Comunicação Corporal no Teatro – 30 vagas
Breno Moroni – Pontão de Cultura Guaiku | MS
14h às 18h
Local: Sala 18 – DEART – UFRN

Intervenções Urbanas pelos Direitos da Pessoa com Deficiência – 20 vagas
Billy Saga e Hugo Eiji – Mais Diferenças | SP
14h às 18h
Local: Auditório da SEDIS – UFRN

Audiodescrição e Audiovisual – 30 vagas
Klístenes Braga e Sara Mabel – UECE
14h às 18h
Local: Sala de Capacitação da SEDIS – UFRN

Introducão à Musicografia Braille – 16 vagas
Catarina Shin – UFRN
14h às 18h
Local: Laboratório de Música e Computação – EMUFRN

Sinais na Arte – 30 vagas
Leonardo Castilho e Daina Leyton – MAM | SP
14h às 18h
Local: Auditório do NEI – UFRN

 

FONTE:  Acessibilidade Cultural | ou | http://culturadigital.br/teiadadiversidade/ii-encontro-nacional-de-acessibilidade-cultural-e-iv-seminario-nacional-de-acessibilidade-em-ambientes-culturais/

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Seminários do Livro Branco da Tecnologia Assistiva no Brasil: Desafios e Propostas

Data: 10 e 11 de junho de 2013.

Local: Novotel São Paulo Jaraguá Conventions – Rua Martins Fontes, 71, Centro, São Paulo.

Origem e contexto:

A realização dos Seminários Nacional e Regionais do Livro Branco da Tecnologia Assistiva no Brasil: Desafios e Propostas constitui uma das iniciativas da política pública em Tecnologia Assistiva (TA) do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), através da Secretaria da Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (SECIS). Estes seminários fazem parte das ações previstas na Encomenda de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologia Assistiva (TA), CNPq n. 55.0974/2011-3, solicitada pela Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social (SECIS) e realizada em parceria com o Instituto de Tecnologia Social (ITS BRASIL). Os Seminários têm por finalidade contribuir com subsídios e embasamento para a elaboração do Livro Branco de Tecnologia Assistiva no Brasil, que deverá sinalizar os principais desafios a serem enfrentados no âmbito da TA no Brasil nos próximos anos, assim como apontar propostas para superação desses desafios.

 

Objetivos:

  • Refletir sobre a situação atual da oferta e demanda dos produtos e serviços de TA no Brasil;
  • Elencar os principais problemas e desafios de TA, a serem superados;
  • Identificar as principais estratégias e recomendações para superação desses desafios;
  • Consolidar informações que subsidiem a elaboração do Livro Branco de TA no Brasil.

 

Questões norteadoras:

  • Quais são os principais problemas ou desafios a serem superados pela TA no Brasil?
  • Quais as sugestões/propostas para solucioná-los?

 

PROGRAMAÇÃO

 

10 de junho de 2013

Seminário Nacional

7:30h – 8:00h – Credenciamento e entrega de material (Saguão)

8:00h – 10:45h Mesa 1

 

  • Marisa Gazoti Cavalcante de Lima, Presidente do ITS BRASIL – Instituto de Tecnologia Social: Boas vindas e acolhida.
  • Oswaldo Baptista Duarte Filho, Secretário Nacional de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social: Abertura.
  • Antônio José Ferreira, Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência: Desafios e propostas em TA no âmbito do Programa Viver sem Limite.
  • Vera Mendes, Coordenadora da Área Técnica do Ministério da Saúde: Desafios e propostas em TA no âmbito da política pública de saúde.
  • Martinha Clarete Dutra dos Santos, Diretora de Políticas Educacionais Especiais do MEC: Desafios e propostas em TA no âmbito da política pública de educação.
  • Respostas dos palestrantes às questões dirigidas à mesa.

10:45h – 11:15h: Coffee Break

 

11:15h – 13:00h – MESA 2

  • Victor Pellegrini Mammana, Diretor do CTI Renato Archer e do Centro  Nacional de Referência em Tecnologia Assistiva (CNRTA): Desafios e propostas em TA no âmbito da política pública de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I).
  • Yuri Rafael Della Giustina, Diretor do Departamento de Políticas de Acessibilidade de Planejamento Urbano: Desafios e propostas em TA no âmbito da política pública de Acessibilidade e Planejamento Urbano.
  • Rodrigo Rosso, Presidente da Associação Brasileira das Indústrias e Revendedores de Produtos e Serviços para Pessoas com Deficiência (ABRIDEF): Desafios e propostas no âmbito da fabricação e comercialização de TA.
  • Rodrigo Pinheiro Vilela, da Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais (AME): Desafios e propostas em TA no âmbito da adaptação dos postos de trabalho para pessoas com deficiência.
  • Respostas dos palestrantes às questões dirigidas à mesa.

13:00h às 14:30h – Almoço no restaurante do hotel

Seminários Regionais

14:30h às 16:30h

11 de junho de 2013

08:00h às 12:00h

Plenária: Exposição dos trabalhos realizados nos seminários regionais.

*** Os seminários serão transmitidos ao vivo – http://www.assistiva.org.br/aovivo

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Boletim Informativo Portal Nacional de Tecnologia Assistiva, Ano 2, nº33

NOTÍCIAS :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

Mulher volta a enxergar após implante de ‘telescópio’ no olho.
A cirurgia, feita na Califórnia, nos Estados Unidos, é pioneira e pode se tornar um procedimento de rotina nos próximos anos.
http://www.assistiva.org.br/noticia/005992-mulher-volta-enxergar-apos-implante-de-telescopio-no-olho
Programa dá voz a quem nunca falou.
Hoje, centenas de pessoas em todo o Brasil utilizam o Livox, instalado sem custos por Pereira. Basta ter um tablet à disposição.
http://www.assistiva.org.br/noticia/006025-programa-da-voz-quem-nunca-falou
Descrição de imagens.
A audiodescrição é uma técnica usada para descrever imagens, com a finalidade de proporcionar as pessoas com deficiência visual uma melhor ou ampla compreensão do contexto que estão presenciando.
http://www.assistiva.org.br/noticia/005993-o-que-e-audiodescricao
Criado tipo de letra que facilita a navegação de pessoas com  dislexia na internet.
Pra Cego Ver: uma proposta de descrição de imagens para o Facebook.
No Facebook existe a opção de inserir uma descrição da imagem postada, mas a maioria das pessoas ainda ignora a presença dos que possuem limitação visual nas redes sociais.
http://www.assistiva.org.br/noticia/006006-pra-cego-ver-uma-proposta-de-descricao-de-imagens-para-o-facebook
Dispositivos eletrônicos vão auxiliar aprendizado de surdos.
Estudantes com deficiência auditiva das redes públicas de ensino contam com novo equipamento para facilitar o aprendizado. Trata-se de um conjunto formado por um pequeno chip emissor, na forma de microfone, usado pelo professor, e um receptor para o aluno.
http://www.assistiva.org.br/noticia/006037-dispositivos-eletronicos-vao-auxiliar-aprendizado-de-surdos
Projeto prevê adaptação de bibliotecas a pessoas com deficiência visual.
O objetivo do programa é organizar a estrutura e os espaços para acesso às obras literárias.
http://www.assistiva.org.br/noticia/006033-projeto-preve-adaptacao-de-bibliotecas-deficientes-visuais
11 de outubro, Dia da pessoa com deficiência física: Treinamento funcional devolve autonomia a cadeirantes.
Em até três meses de treinamento personalizado e focado nas necessidades de cada cadeirante já é possível sentir os efeitos positivos que o treinamento funcional pode proporcionar no dia a dia dessas pessoas.
http://www.assistiva.org.br/noticia/006003-1110-dia-do-deficiente-fisico-treinamento-funcional-devolve-autonomia-cadeirantes
Dia Mundial da Visão: da prevenção ao olho biônico.
No Brasil, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual, sendo 582 mil cegas e 6 milhões com baixa visão, segundo dados do Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
http://www.assistiva.org.br/noticia/006036-dia-mundial-da-visao-da-prevencao-ao-olho-bionico
Conselho discute o novo Fundo Estadual do Idoso.
O objetivo é viabilizar recursos para a execução de políticas públicas e garantir direitos da pessoa idosa.
http://www.assistiva.org.br/noticia/005994-conselho-discute-o-novo-fundo-estadual-do-idoso
Velhice: perspectivas desagradáveis…
Como todas as estatísticas abrangentes, sobretudo aqui no Brasil, essa dos velhos suscita algumas perguntas que valem para muitas outras pesquisas.
http://www.assistiva.org.br/noticia/006001-velhice-perspectivas-desagradaveis
Onde está a Deficiência?
Este  artigo parte do conceito de pessoa em situação de deficiência, destaca a transcendência dos fatores ambientais e estabelece relações com a ideia de diversidade.
http://www.assistiva.org.br/noticia/005995-onde-esta-deficiencia
Cego diz que foi impedido de votar com cão-guia.
O radialista Beto Pereira, afirmou que demorou mais de duas horas para votar porque um fiscal o impediu de entrar na seção eleitoral com seu cão-guia.
http://www.assistiva.org.br/noticia/006005-deficiente-visual-diz-que-foi-impedido-de-votar-com-cao-guia

AGENDA :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

30a Bienal de Arte de São Paulo: 1a edição com acessibilidade para todos.
http://www.assistiva.org.br/evento/30a-bienal-de-arte-de-sao-paulo-1a-edicao-com-acessibilidade-para-todos
6a Turma do Curso: O que é Literatura Surda?  (modalidade a distância).
http://www.assistiva.org.br/evento/6degturma-do-curso-o-que-e-literatura-surda-modalidade-distancia
Exposição: Museu de biologia permite que cegos toquem micro-organismos.
http://www.assistiva.org.br/noticia/006023-museu-de-biologia-permite-que-cegos-toquem-micro-organismos
Seminário: Cidade amiga do Idoso: experiências canadenses, francesas e brasileiras.
http://www.assistiva.org.br/evento/cidade-amiga-do-idoso-experiencias-canadenses-francesas-e-brasileiras
Sessão com audiodescrição e legendas open caption filme:
A Era do Gelo 4.
http://www.assistiva.org.br/evento/sessao-com-audiodescricao-e-legendas-open-caption-era-do-gelo

Você está recebendo o boletim quinzenal contendo informações sobre Tecnologia Assistiva. Este é mais um canal de comunicação do ITS Brasil.

Participe!

Envie sugestões e notícias da área de Tecnologia Assistiva para: vilma@itsbrasil.org.br.

O Boletim do Portal Nacional de Tecnologia Assistiva – http://assistiva.org.br – é um serviço prestado pelo ITS BRASIL – Instituto de Tecnologia Social – http://itsbrasil.org.br.

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Tecnologia Assistiva – Experiências inovadoras: Soluções de acessibilidade

Prezados amigos e amigas que trabalham com Tecnologia Assistiva.

O acesso aos produtos e serviços de Tecnologia Assistiva (TA), que possibilitem a maior autonomia e inclusão social das
pessoas com deficiência, torna-se uma questão-chave das políticas voltadas para a atenção das pessoas com deficiência e idosas.

Em agosto foi publicado em formato impresso a obra:

Tecnologia Assistiva (TA) – Experiências inovadoras: Soluções de acessibilidade

Neste libreto são apresentadas algumas experiências de inovação realizadas, tanto pela academia, como por empresas e entidades da sociedade civil sem fins lucrativos e que foram objeto de modestos financiamentos em diferentes períodos. Essas experiências de inovação mostram soluções de acessibilidade que têm significativo impacto para a autonomia e inclusão social das pessoas com deficiência. Mostram a importância do financiamento da inovação em Tecnologia Assistiva e os possíveis caminhos a seguir.

Segue link para download (e também divulgação) do formato digital:
http://www.itsbrasil.org.br/publicacoes/livros/tecnologia-assistiva-ta-experiencias-inovadoras-solucoes-de-acessibilidade

Atenciosamente
Edison Santos
Editor de conteúdos do site RITA

 

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Prática de remo melhora vida de atletas com deficiência

Publicado em 10.11.2010, Jornal do Campus, por Denise Eloy

Raia da USP reúne professores e praticantes de esporte com o objetivo de inclusão social e melhoria da saúde física e psicológica

Atletas e praticantes de esporte que possuem algum tipo de deficiência enfrentam dificuldades diversas, mas acreditam que as atividades físicas possibilitam melhoria na qualidade de vida e um momento ideal para su perar seus limites. A raia olímpica da USP reúne muitos desses esportistas, que treinam remo em diferentes períodos.

César ajuda as meninas com o barco para começar o treino de remo (foto: Denise Eloy)César ajuda as meninas com o barco para começar o treino de remo (foto: Denise Eloy)

O Cepeusp possui uma turma dessa modalidade, comandada pelo profes sor José Carlos Simon Farah, que treina às terças e quintas-feiras e conta com cerca de 25 alunos. Dois deles são irmãos, esquizofrênicos, que já praticam remo há oito anos. Uma das propostas dessa turma é trabalhar a inclusão social nas práticas esportivas.

Alunos começam a aprender a remar no barco escola na USP (foto: Denise Eloy)Alunos começam a aprender a remar no barco escola na USP (foto: Denise Eloy)

César Augusto Silva é treinador do Clube de Regatas Bandeirante, que também utiliza a raia. “No remo todo mundo é igual”, ele comenta, já que as deficiências não são empecilho para a prática do esporte. Pós-graduado pela AACD (Associação de Assistência a Criança Deficiente), César traba lha com o remo adaptável desde 2008. Ele treina crianças e adolescentes que possuem deficiências visuais, mentais e físicas. O clube possui 22 alunos no remo adaptável e apoio do Comitê Paraolímpico através do Projeto Clube Escolar Paraolímpico. Ele diz que a proposta do remo adaptável é proporcionar, além da qualidade de vida, a prática voltada para a competição.

Dificuldade de acesso

De acordo com César, uma das principais dificuldades para os deficientes é o transporte. O acesso a veículos adaptados é difícil e, no caso do treino na raia da USP, esse problema é recorrente, devido à sua localização. Marília Andrade Papa, fisioterapeuta e professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), é especialista em Fisiologia do Exercício e comenta: “São menos lugares adaptados para recebê-los, a locomoção é mais dificultada, o transporte público é restrito”.

Os pais normalmente acompanham de perto a atividade e, no caso do remo, os praticantes conquistam uma independência considerável, entrando na água sozinhos. Caroline da Silva, de 14 anos, é deficiente física e rema há sete meses pelo Bandeirante. Ela também nada e pratica capoeira. Inclusive já ganhou medalhas em campeonatos regionais. Sua mãe, Simone da Silva, comenta: “Quando ela chegou aqui pela primeira vez, ela disse ‘daqui eu não saio’”. Kaio César de Sousa tem uma rotina semelhante. Começou a frequentar o remo agora e está praticando no barco escola, uma simulação da atividade para os iniciantes. A mãe, Geralda Sousa, conta que ele sofreu uma paralisia cerebral provocada por falta de oxigenação no parto.

Melhorias na saúde

Segundo Marília, a porcentagem da população brasileira que tem algum tipo de deficiência chega a 14,5%. Ela conta que atividades físicas promovem uma série de adaptações nos sistemas muscular, cardiovascular e circula tório. “Estas adaptações podem ser extremamente benéficas para a reabilitação de portadores de deficiência”. Além da melhoria física, Marília lembra dos ganhos psico lógicos proporcionados pelo esporte, como o pertencimento a um grupo, a independência alcançada por meio da aquisição de novas habilidades e a melhoria da autoestima.

Fonte: http://www.jornaldocampus.usp.br/index.php/2010/11/remo-melhora-vida-de-atletas-com-deficiencia/

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Como o IBGE investigará a deficiência no Censo 2010?

Prezado Senhor Edison, editor da Rita!

Agradecemos pelo contato e informamos que seguem abaixo esclarecimentos à respeito dos questionários a serem utilizados na pesquisa:

“O Censo investiga temas para domicílios e moradores. Acerca dos domicílios, temos, por exemplo: iluminação, abastecimento de água, saneamento, existência de computador com acesso a Internet etc. Já os moradores são questionados acerca de escolaridade, trabalho e rendimento, idade, cor/raça, deficiência etc. Para conhecer todas as variáveis investigadas, os questionários do Censo estão disponibilizados no site do Censo no portal do IBGE na Internet (www.censo2010.ibge.gov.br).

Como o IBGE investiga a deficiência no Censo? De forma autodeclaratória. Você encontrará abaixo as definições que englobam o tema deficiência.

http://www.censo2010.ibge.gov.br/download/questionarios/censo2010_amostra.pdf

Deficiência – Foram investigadas: deficiência mental permanente, deficiência física permanente (tetraplegia, paraplegia, hemiplegia, falta de membro ou de parte dele), deficiência auditiva, visual e motora.

Deficiência auditiva – Incapacidade auditiva (mesmo com o uso de aparelho auditivo, se a pessoa usá-lo) dividida em: Incapaz de ouvir (pessoa se declara totalmente surda), Grande dificuldade permanente de ouvir (pessoa declara ter grande dificuldade permanente de ouvir, ainda que usando aparelho auditivo) ou Alguma dificuldade permanente de ouvir (pessoa declara ter alguma dificuldade permanente de ouvir, ainda que usando aparelho auditivo).

Deficiência física – Foram consideradas deficiências físicas a Tetraplegia (paralisia permanente total de ambos os braços e pernas), Paraplegia (paralisia permanente das pernas), Hemiplegia (paralisia permanente de um dos lados do corpo) ou Falta de membro ou de parte dele (falta de perna, braço, mão, pé ou do dedo polegar ou a falta de parte da perna ou braço).

Deficiência mental permanente – Retardamento mental resultante de lesão ou síndrome irreversível, que se caracteriza por dificuldades ou limitações intelectuais associadas a duas ou mais áreas de habilidades adaptativas, tais como: comunicação, cuidado pessoal, autodeterminação, cuidados com saúde e segurança, aprendizagem, lazer, trabalho etc. Não foram consideradas deficiências mentais perturbações como autismo, neurose, esquizofrenia e psicose.

Deficiência motora – Incapacidade motora (mesmo com o uso de prótese, bengala, ou aparelho auxiliar, se a pessoa usá-los) dividida em: Incapaz de caminhar ou subir escadas (pessoa se declara incapaz de caminhar ou subir escadas sem ajuda de outra pessoa, por deficiência motora), Grande dificuldade permanente de caminhar ou subir escadas (pessoa declara ter grande dificuldade permanente de caminhar ou subir escadas sem ajuda de outra pessoa, ainda que usando prótese, bengala ou aparelho auxiliar) ou Alguma dificuldade permanente de caminhar ou subir escadas (pessoa declara ter alguma dificuldade permanente de caminhar ou subir escadas sem ajuda de outra pessoa, ainda que usando prótese, bengala ou aparelho auxiliar).

Deficiência visual – Incapacidade visual (mesmo com o uso de óculos ou lentes de contato, se a pessoa usá-los) dividida em: Incapaz de enxergar (pessoa se declara totalmente cega), Grande dificuldade permanente de enxergar (pessoa declara ter grande dificuldade permanente de enxergar, ainda que usando óculos ou lentes de contato); ou Alguma dificuldade permanente de enxergar (pessoa declara ter alguma dificuldade de enxergar, ainda que usando óculos ou lentes de contato).

Colocamo-nos à disposição.

Atenciosamente,

Censo 2010